quinta-feira, maio 28, 2015

Umas no cravo e outras na ferradura



   Fotosdos Jumento


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Bombeiros Voluntários de Belas (foto de A. Moura, Faro)
  
 Jumento do dia
    
Carlos Costa, (ds)governador do BdP

O facto de uma instituição pedir que a auto-avaliem merece um elogio pois os dirigentes da generalidade das instituições tem uma excelente opinião do seu trabalho e dispensam qualquer avaliação. Mas se é encomendada uma avaliação externa ao comportamento de uma instituição é ridículo e motivo de suspeita que se mantenha essa avaliação no segredo dos deuses.

A decisão do governador do BdP de manter secreta uma avaliação externa à sua actuação no caso BES só pode ser entendida de uma forma, convencido que a avaliação seeria positiva Carlos Costa tornou pública a sua realização, mas conhecidos os resultados ou receando os resultados e para proteger a sua própria imagem esconde os resultados. Conclusão gastou-se dinheiro só para se saber se o relatório da avaliação poderia servir para promover a imagem do governador.

«O Banco de Portugal (BdP) não vai revelar a totalidade do relatório interno da auditoria interna à sua atuação no caso do BES, apesar do pedido do líder socialista para que o fizesse. O Governador do BdP apenas vai tornar públicas as “recomendações” constantes no processo, garantiu numa audição no Parlamento. Aos deputados, Carlos Costa diz que a atuação do regulador durante o seu mandato ficou marcada pelo programa de ajustamento e pela queda do Banco Espírito Santo.» [Observador]

 Paulo Núncio está de parabéns

Num tempo em que se diz que os dirigentes do fisco o ignoravam, algo estranho para alguém que diariamente falava dezenas de vezes com os mesmos, temos a boa notícia de que ainda há gente respeitadora da autoridade, o relatório da IGF encomendado por Paulo Núncio disse aquilo que se esperava, o chefe é uma excelente pessoa.

O relatório só tem uma pequena omissão, depois de concluir que o Secretário de Estado é um verbo de encher não sabendo de nada do que se passa na única direcção-geral que tutela e onde dizem fazer o papel de verdadeiro director-geral teria de concluir sobre o que fazer de um secretário de Estado que não existe.

 Uma sugestão a Maria Luís Albuquerque

Se já sabe quanto se deve cortar na despesa com pensões, se comunicou essa decisão a Bruxelas, se acha que devem ser reduzidas as pensões, se diz que é necessário um consenso, porque razão não formaliza uma proposta onde explica aquilo que diz ser uma reforma das pensões?

 O meu desejo secreto

A manterem-se os cortes nos vencimentos espero que o PSD perca as eleições e que a ministra das Finanças regresse à condição de funcionária pública de que se gaba sempre que reúne com gente do seu ministério. Assim conheceria na pele as consequências das suas decisões, gostava de ver como pagava o empréstimo à habitação de quase meio milhão de euros e dava de comer às filhas com o vencimento privilegiado de funcionária pública mais o do brutamontes do seu esposo.
  
 Mas que argumento idiota!

A crer no CM que, como se sabe, deve conhecer o processo da Operação Marquês melhor do que o inspector Teixeira, a razão para manter Sócrates preso é a perturbação que as suas cartas e entrevistas terão provocado. Enfim, parece que os magistrados consideram que as entrevistas dadas a partir da prisão são menos perigosas do que as dadas em casa.

 Joana Amaral Dias

Esta senhora teria de mudar o seu discursos e alterar os seus comentários na CMTV para ser da extrema direita?

      
 Organizações católicas, dizem eles...
   
«O Hospital de Santa Maria, o maior do país, está minado por uma teia de interesses e lealdades a partidos políticos, à maçonaria e organizações católicas, conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. A análise ao Hospital de Santa Maria (HSM), a cargo de Sónia Pires, salienta que, “apesar das melhorias registadas a partir de 2005″, a unidade hospitalar “continua atravessada por fortes conflitos de interesse e atos nas zonas cinzentas ou silenciadas que se configuram como corrupção“.

“A Maçonaria, a Opus Dei e a ligação a partidos políticos ainda são três realidades externas que intersetam a esfera do HSM”, refere o estudo “Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal, encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que vai ser apresentado na quinta-feira. A investigadora, que se baseou em questionários e entrevistas recolhidos entre 2012 e 2013, traça um retrato negro da instituição onde se entrecruzam os interesses públicos e privados de “grupos poderosos“, nomeadamente na classe médica e na direção de serviços de apoio que condicionam o funcionamento dos serviços a nível de recursos humanos e aquisição de material clínico.» [Observador]
   
Parecer:

O curioso desta notícia é que se diz sem gaguejar "maçonaria" mas na hora de falar em Opus Dei parece existir um manto protector dos senhores da Obra de Deus, senhores que pela terra parecem mais dedicados a "obrar". Também não deixa de ser curioso que ninguém se lembre da presença da Opus Dei ao mais alto nível do ministério da Saúde.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Macaquinhos de imitação
   
«A menos de meio ano das eleições, os partidos aceleram na conclusão dos programas eleitorais. O processo será liderado pelo gabinete de estudos nacional que recolhe os diferentes contributos dos economistas. Inicialmente, o PSD iria contar com a colaboração de 15 economistas, mas o grupo alargou-se para 20, avança o "Jornal de Negócios". 

O grupo é informal e não reconhecido pelo PSD, mas conta com a coordenação de pessoas próximas de Passos Coelho e do governo: Pedro Reis, ex-presidente do AICEP,  e atualmente assessor da Comissão Executiva do Millennium bcp, João Moreira Rato, ex-presidente IGCP, e Manuel Rodrigues, secretário de Estado das Finanças.

Conhece-se apenas o nome de doze economistas, três pedem anonimato e não foi possível apurar a identidade de outros cinco, diz o Negócios. Há várias personalidades do mundo académico e muitos consideram-se independentes.» [Expresso]
   
Parecer:

Há três que não querem dar a cara com o estatuto de macaquinhos de imitação. Os outros ou são amigos de Passos Coelho ou estão directa ou indirectamente envolvidos com instituições que de alguma forma estão ligadas aos interesses e decisões do Estado.

O curioso é que os 20 economistas apenas apoiam o programa, isto é, não assinam eles próprios qualquer documento, limitaram-se a emprestar o nome.,
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 Derrota para a humanidade
   
«O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, diz que não é a Igreja que precisa de rever a sua posição, pois a  “derrota dos princípios cristãos” representa “uma derrota para a humanidade”.» [Expresso]
   
Parecer:

Pura canalhice eclesiástica esquecer que a verdadeira derrota para a humanidade na perspectiva de uma Igreja Católica devia ter sido o escândalo da pedofilia.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»

 FMI vai entrar na campanha eleitoral
   
«As três instituições da troika têm já agendada a segunda avaliação pós-programa a Portugal: os técnicos do FMI, Comissão Europeia e BCE chegam a Lisboa na próxima semana, dia 4 de junho, confirmou o Observador.

A avaliação vai acontecer, deste modo, a quatro meses das eleições legislativas – com o respetivo relatório a ser publicado ainda no verão.

O último, publicado em janeiro, deu azo a uma polémica entre a equipa da troika e o Governo português – mas também dentro das instituições credoras.» [Observador]
   
Parecer:

E mais uma vez o seu representante vai defender para Portugal os padrões de justiça social com que aprendeu a conviver na sua Índia.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

   
   
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quarta-feira, maio 27, 2015

Uma ministra que sabe o que quer

Os pensionistas podem ficar descansados, os cortes nas pensões não era para ficar, das negociações com o FMI sairia uma reforma duradoura, as pensões vão ser reduzidas, não se sabe se vão ser reduzidas tudo depende de o PS concordar durante a próxima legislatura com o actual governo.
 
Portanto, os nossos pensionistas podem estar descansados e fazer planos para os próximos dois anos pois com esta ministra o que hoje é verdade vai ser mentira daqui a uma semana e volta a ser verdade duas semanas depois, isso se, entretanto, o Tribunal Constitucional lhe recordar que isto ainda não é a tasca da coxa.

Enfim, ainda bem que tivemos uma saída limpa e o país foi libertado da troika!

DN 17-10-2013:

«A ministra garantiu que irá repor o que foi retirado em salários e pensões dos funcionários públicos "tão cedo quanto seja possível", mas como a "recuperação será lenta", admitiu que é provável que os cortes se mantenham no Orçamento para 2015. Já na terça-feira a ministra havia dito que o corte era "transitório, mas não necessariamente anual".»

JN 31-10-2013:

«"Neste quadro, para diminuirmos a despesa pública para um nível que o Estado pode sustentar, e para o nível que os portugueses podem suportar em termos de carga fiscal, a redução terá de se estender às áreas de prestações sociais e despesas com pessoal. Recordo que estas duas áreas em conjunto perfazem 70% da despesa pública total", afirmou.»

Público 15-04-2014:

«Questionada sobre a concretização da tabela salarial única e a tabela de suplementos da função pública e sobre o corte permanente das pensões, Maria Luís Albuquerque remeteu uma resposta para o final do mês. “Estes temas terão de ser discutidos com a troika na última avaliação do programa, que começa no dia 22 de Abril. Até ao final do mês, previsivelmente, estaremos em condições de anunciar as medidas duradouras que estão a ser estudadas e analisadas”, afirmou.»

«Maria Luís Albuquerque deixou ainda a garantia de que "as medidas duradouras não se traduzirão em qualquer contributo adicional para a consolidação orçamental, ou seja, não implicam sacrifícios adicionais". A intenção é que entrem em vigor em 2015.»


Público 24-05-2015:

»A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, afirmou no sábado à noite que “é honesto dizer aos portugueses que vai ser preciso fazer alguma coisa sobre as pensões para garantir a sustentabilidade da Segurança Social". Falando em Ovar, num evento organizado pela JSD local, Maria Luís Albuquerque admitiu a possibilidade de reduzir as pensões actuais, se isso significar uma melhor redistribuição social do esforço contributivo.»

Público 26-05-2015:

«“O que temos vindo a dizer [Governo] é que temos um problema de sustentabilidade na Segurança Social”, declarou a ministra. Diz que o problema “também é reconhecido da parte do Partido Socialista” e que é necessário encontrar um “amplo consenso sobre a matéria”, contudo refere que ainda não existe nenhuma solução definida.»

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Navio Escola Sagres, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Nuno Crato

Para o ministro da Educação a sujeição dos alunos do 6,º ano de escolaridade era a única garantia de que as crianças aprendiam. Para isso montou um exame com todas as perturbações que isso provoca, reservou as escolas para que fosse feitas as importantes provas e agora deixa os alunos na rua para que os professores avaliem as provas. Depois de um início de abertura do ano lectivo indiciadora da incompetência do ministro somos surpreendidos com um encerramento do ano lectivo a condizer. Ainda não se sabe quantos alunos terão passado nas importantes provas, mas já é óbvio que o ministro chumbou e só não vai mais cedo para casa porque o primeiro-ministro quer ir com ele.

«O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, lamentou nesta segunda-feira que “mais uma vez” se esteja “a demonstrar que para o Ministério da Educação e Ciência os exames são mais importantes dos que os alunos”.

“O calendário das provas de final do 1.º e 2.º ciclo, que já deixou sem aulas milhares de alunos, na semana passada, volta a afectar as escolas nas próximas duas semanas devido à dispensa concedida aos classificadores. Não é fácil trabalhar assim”, frisou Manuel Pereira, criticando o calendário das provas.

A dispensa de dois dias de componente lectiva para os professores que classificam as provas de Matemática e de Português feitas por cerca de 217 mil crianças do 4.º e do 6.º ano foi reclamada pela Federação Nacional de Professores (Fenprof). Na quinta-feira passada um despacho do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário dava conta às escolas de que os professores classificadores estavam dispensados de dar aulas. Fernando Reis respondia assim pela positiva ao requerimento que lhe fora apresentado pelo presidente do Instituto de Avaliação Educativa, Hélder de Sousa, lembrando que a classificação “é realizada por professores em plena actividade lectiva” e que, por isso, “é absolutamente incontornável que se assegure” aquela dispensa pois a não existir “é impossível a afixação de resultados de acordo com o previsto” ou seja, a 16 de Junho.  » [Público]

 Qual o motivo da solidariedade com Marcelo Rebelo de Sousa

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Imagem de A. Moura (Faro)

Ao saber de um jantar de lombo de porco assado na Casa dos Rapazes, em Faro, em solidariedade com Marcelo Rebelo de Sousa fiquei preocupado. O "agarrem-me se não candidato-me a Presidente" está doente, ficou maneta, está com dificuldades financeiras depois da namorada ter perdido o mecenato do BES, o Passos Coelho bateu-lhe, terá dado de caras com o sub-comissário de Guimarães, o Zeca Mendonça ter-lhe-á dado algum pontapé?

Esta coisa de não se perceber se Marcelo está em pré-campanha de apoio a Passos ou de lançamento da sua candidatura leva a estas fórmulas.

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O convite aparece num pequeno cartaz que está em baixo desta versão tuga do muito boche "Deutscheland uber alles", a jantarada de solidariedade com o pobre coitado é no dia 29, na Casa dos Rapazes e quem quiser inscrever-se pode fazê-lo pelo telefone 911 116 000.


 Interrogações que me atormentam

Passos Coelho ainda é líder do PSD ou essa liderança já imita a liderança conjugal do BES e já é partilhada por uma Maria Luís que na verdade conduz a direita nesta fase? O PSD tem dois líderes, o que vai perder as eleições e a que o vai suceder após a derrota eleitoral.

      
 Para que servem os quadros tão competentes e bem pagos?
   
«O Banco de Portugal justifica a contratação da empresa TC Capital para apoiar a venda do Novo Banco com a necessidade de aconselhamento financeiro em matéria de fusões e aquisições.

A TC Capital foi contratada por ajuste direto por 800 mil euros para apoiar a venda do Novo Banco. Este contrato junta-se à assessoria entregue também por ajuste direto ao BNP Paribas, num valor que pode ir até 15 milhões de euros, também para assessorar a venda do Novo Banco.

A contratação da TC Capital, cujo contrato produz efeitos a partir de outubro do ano passado, terá gerado, segundo a TSF, algum mal-estar na equipa técnica que prepara a venda da instituição. Em causa está a circunstânciado acionista da empresa ser Phillipe Sacerdot, um antigo diretor-adjunto do banco UBS, onde se cruzou com o vice-governador do Banco de Portugal, António Varela, que é um dos responsáveis do BdP que assinou o ajuste direto.

Em esclarecimento divulgado esta segunda-feira, o Banco de Portugal realça que recorre de forma regular a serviços de assessoria externa em projetos para os quais não tem recursos internos disponíveis e quando são exigidas competências especializadas. A contratação temporária justifica-se pelo carácter transitório destes projetos como é a resolução do BES e a venda do Novo Banco.» [Expresso]
   
Parecer:

Há aqui qualquer coisa de errado, se é para recorrer a assessores extrenos por tudo e por nada como se justifica o estatuto remuneratório no banco.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Equiparem-se os quadros do BdP à Função Pública.»
  
 Evoluir para o Borundi?
   
«A ministra das Finanças afirmou na segunda-feira, em Rio Maior, que uma Constituição “muito detalhada” como é a portuguesa deve ser atualizada para acompanhar a evolução da sociedade. Maria Luís Albuquerque, que falava numa conversa com militantes sociais-democratas do distrito de Santarém, disse que esta não é, neste momento, a principal preocupação dos portugueses, mas é um tema importante “que também deve ser discutido”.

Questionada por um militante, a ministra lembrou que a Constituição portuguesa já sofreu algumas revisões, mas, disse, “contém ainda elementos que precisam de evoluir”. “A nossa Constituição é muito detalhada e uma Constituição que tem muitos detalhes fica mais facilmente desfasada da evolução da sociedade”, disse, frisando que, sendo um instrumento fundamental no enquadramento da atuação política, “é bom que possa ser atualizada para acompanhar essa evolução”.» [Observador]
   
Parecer:

Que se saiba o princípio constitucional que tem impedido este governo de implementar algumas medidas foi o princípio da igualdade e se a evolução que a senhora pretende é eliminar este princípio o melhor é fugirmos para o Burundi.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»

 A ministra quer os pensionistas a pão e água
   
«PSD e CDS tentam reduzir impacto do anúncio de Maria Luís Albuquerque sobre o corte de mais 600 milhões nas pensões, que ameaça causar fissuras na coligação. Em quatro anos foram 762 milhões.» [DN]
   
Parecer:

Quer cortar e obrigar o PS a assinar por baixo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
 
 Predadores
   
«A Atena Equity Partner está interessada na reprivatização da CP Carga, empresa do universo do Estado e que o Governo pretende alienar até ao final do mandato.

"A Atena está a estudar o dossier de privatização da CP Carga com vista à apresentação de uma proposta formal que responda aos desafios do processo em curso", adiantou fonte oficial da empresa ao Diário Económico. A mesma fonte salienta que o objectivo é " permitir à empresa criar valor a longo prazo para colaboradores, parceiros de negócio, Estado, accionistas e demais ‘stakeholders'".

A Atena assume-se como um candidato independente de base nacional e assegura que é controlada pelos seus sócios fundadores (João Santos, Miguel Lancastre e Victor Guégués) e que os fundos que gere são participados "pela equipa de gestão e por investidores institucionais europeus e norte-americanos". A empresa, criada recentemente e que se dedica exclusivamente a restruturações empresariais em Portugal tem como sénior advisores Jorge Ponce Leão, presidente da ANA, João Moreira Rato, ex-presidente do IGCP e ainda Paulo Nunes de Almeida, presidente da Associação Empresarial de Portugal.» [DE]
   
Parecer:

Uma vergonha.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Proteste-se.»
  
 O que há de errado no Montepio?
   
«O antigo ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, revelou esta terça-feira que recusou o convite que lhe foi endereçado por António Tomás Correia, actual presidente do Montepio Geral, para assumir a liderança do banco mutualista.

"No início de Novembro de 2014, o Dr. Tomás Correia, presidente do Montepio Geral, deu-me conhecimento que esta instituição teria que, dentro de alguns meses, proceder a alterações no seu modelo de governação. Quis, na altura, saber da minha disponibilidade para integrar a solução que viesse a ser delineada para a Caixa Económica", informou em comunicado o antigo governante.

"Em Março deste ano, [Tomás Correia] renovou aquele convite, uma vez que a Caixa Económica iria proceder a uma alteração dos seus estatutos que implicaria, neste Verão, uma mudança nos seus órgãos de governação", sublinhou.» [Público]
   
Parecer:

Paira algo no ar.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

   
   
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terça-feira, maio 26, 2015

Jogos políticos

Para a direita o PCP e o BE não existem, o alvo de todos os ataques é o PS. Não sendo de esperar que os partidos da direita sugiram aos eleitores que votem no BE ou noutro partido de esquerda esse “trabalho sujo” é deixado aos seus comentadores e aos seus jornalistas. Basta acompanhar o Observador para se perceber o que pretendem os partidos da direita, para os eleitores que não vão votar na direita promove-se o BE, o Livre ou o partido do Marinho. De caminho usam-se os falsos candidatos presidenciais, dando-lhes espaço para atacarem o PS.

Para o PS o único adversário é a aliança da direita tendo um grande complexo em afrontar o PCP ou o BE, chegando mesmo a namorar o Livre onde estão antigos responsáveis do BE que sempre tiveram o PS como o seu principal adversário. Para o PS o importante é votar na esquerda e de preferência no PS.

Para o PCP o inimigo principal é a direita e o PS que para o PCP é a pior das direitas pois não só é o diabo na terra como lhe disputa os votos. O PCP sabe que não vai conseguir votos do CDS ou do PSD, pelo que os ataques aos partidos da direita é um mero formalismo ideológico, o PCP tudo faz para eliminar o PS pensando que se o PS perder votos uma parte deles irão para o PCP. Não tendo hipóteses de ser governo faz passar a mensagem de que o progresso resulta das suas lutas fora do parlamento. Seguindo este raciocínio muitos eleitores poderão chegar à conclusão de que o melhor será ir ás manifs do PCP e votar no PS.

O BE segue uma estratégia idêntica ao PCP no que se refere ao PS e basta contar as vezes que Louçã ataca a direita no seu tempo de antena da televisão do n.º 1 do PSD com as que dedica a atacar o PS para se perceber que o balanço dos seus serviços na SIC é muito semelhante ao de Marques Mendes e Pinto Balsemão deve estar muito contente com as escolhas, dá uma imagem de pluralismo e o bombo da festa é sempre o PS em cuja derrota ele aposta e para a qual procura contribuir com os meios que tem ao seu dispor.

Em conclusão a direita ataca o PS e nisso junta-se ao BE e ao PCP o que não é nada de novo, é a versão eleitoral da aliança que se uniu para chumbar o PEC IV e mandar vir a troika, Talvez por isso o PSD, o CDS, o PCP e op BE são precisamente os partidos que neste momento mais mal falam da troika.
 

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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O "28", Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Carlos Silva, líder dessa coisa a que chamam UGT

Este governo já cortou as pensões a título definitivo e a medida foi revogada por um acórdão do Tribunal Constitucional que na ocasião explicou ao governo que um corte em todas as pensões não era uma reforma, ao contrário de ter sido essa a definição dada ao corte das pensões. Apesar de ser inconstitucional o governo insiste num corte de pensões e já comunicou a Bruxelas essa intenção, insistindo agora num consenso, isto é, o PSD/CDS tenta iludir o tribunal Constitucional com um consenso que corresponde a uma maioria constitucional.

No passado sábado a ministra das Finanças teve uma recaída de honestidade e explicou como conseguiria a redução da despesa com pensões, seria um corte nas pensões que estão sendo pagas e ponto final. Parece que a honestidade da ministra surpreendeu muita gente, até o professor Marcelo, um candidato a talvez candidato presidencial, veio a público defender que a ministra devia ser desonesta e esconder essa decisão dos ouvidos populares.

A posição mais original foi a de um tal Carlos Silva, o líder da UGT que mereceu a simpatia do patrão Ricardo Salgado, decidiu pedir uma reunião com o vice-presidente do PSD Marco António, que, como é sabido, tem a tutela das Finanças e da Segurança Social. Esclareceu o "pequenito" Marco António aquilo que se sabia, que o corte das pensões tinha sido comunicado a Bruxelas e que cabia aos "partidos do arco da governação" (quem terá autorizado o pequeno novo rico de Valongo a excluir eleitores e partidos parlamentares?) chegar a consenso quanto à forma de chegar a cortes cuja decisão e comunicação a Bruxelas não resultou de qualquer consenso.

Perante isto coube ao tal senhor da UGT tranquilizar os pensionistas os portugueses, em representação do PSD esclareceu que o PSD não pretendia cortar nas pensões. Enfim, ainda bem que não cheguei a vomitar pois não tinha um saco à mão, mas aquela declaração meteu-me tanto nojo que estive á beira de vomitar.

 Mais um momento de esquerda do Observador

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Este observador não se cansa de entrevistar políticos de esquerda, desta vez foi a vez de Joana Amaral Dias. Até parece que a direita financiou a versão actual da Voz do Povo, numa homenagem ao José Manuel Fernandes.

 Pois, os espanhóis são estúpidos

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Compreende-se não lêem o Observador e em especial os artigos de Rui Ramos.

 Como diria o outro, velha é a tua tia!

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 A escolha de Carlos Costa

Os regulados escolhem o regulador que menos regula e se as coisas corrrem mal investem uns milhões na manipulação da opinião pública e na eleição dos políticos que lhes fazem os fretes.

      
 Governar a bricar
   
«O Governo brinca com o Povo a anunciar que até final do ano esgotará a lista de utentes sem médico de família, como brinca com os 400 profissionais que pensa atrair para o activo com apenas um terço do ordenado.

Desde há muito que, mesmo num país onde o improviso é apreciado, os governos apresentam programas, elaboram planos e cingem-se a orçamentos. Com recursos finitos e infindas necessidades, os bons governos fazem escolhas, sacrificam umas acções a outras para melhor servirem o interesse público. Neste segmento final da sua vida o nosso actual Governo, com eleições pela frente, oculta o seu programa, se é que o tem, promete coisas impossíveis, fumega pelo nariz, à espera de conseguir criar a nuvem de fumo que o esconda dos seus ásperos julgadores.

No Inverno passado, rebentou uma crise nas urgências. Bem tentou o Governo disfarçar com o “frio extremo” a incapacidade de atender e escoar doentes nos hospitais. Só então deve ter percebido que tudo tem causas e consequências. A acorrência inusitada às urgências não era um fenómeno da natureza, mas a natural consequência de graves restrições que impôs na saúde, não substituindo pessoal, desmantelando equipas, encerrando camas, congelando novas unidades de saúde familiar (USF) e arrastando os pés na criação de unidades de cuidados continuados. O resultado foi catastrófico: sem novas USF, o aumento natural da morbilidade embateu na barreira dura de urgências desmunidas de gente experiente, forradas de tarefeiros, pessoal desorientado correndo de um lado para o outro sem poder acorrer a tudo. Serviços atravancados de macas e camas, escoamento impossibilitado por falta de leitos, e de cuidados continuados. Casos ligeiros amontoados com casos graves, esperas infindáveis, doentes com fome, gemendo de dores, reclamando um olhar, um pouco de água, uma atenção. Foi preciso que surgisse uma câmara indiscreta para que o País conhecesse a dimensão do inferno.

Com dez meses ainda pela frente esperava-se que o Governo acordasse. Sabia existirem especialistas recém-graduados, instalações disponíveis, vontades e propostas de candidaturas de médicos de família para criação de USF. Que misterioso embargo o impediu de, em tempo útil, preparar planos de contingência para o que já vimos em anos anteriores, uma eventual onda de calor no verão e outro potencial episódio dantesco no Inverno? Passado o pico da crise, depois de Fevereiro, o Governo relaxou.

Até que alguém revelou que no ano em curso apenas uma USF havia sido criada, confirmando a arrefecimento da execução de uma medida que todos, até a Troika, haviam recomendado. Chegou a Oposição com seu programa de governo. Propõe a retoma da política de criação de unidades familiares, cem ao longo de quatro anos. Programa modesto, dando médico de família a pouco mais de quinhentos mil cidadãos hoje sem cobertura, implicando mobilizar quase 800 médicos, dos quais apenas um quarto seriam novos diplomados. Investimento relativamente pequeno, em parte elegível para apoio comunitário. Medida pautada pelo rigor orçamental, sem falsas promessas, exequível e ao alcance dos nossos meios, desde que cuidadamente preparada. A proposta da oposição é conhecida ao fim da manhã.

De tarde, no debate parlamentar era urgente responder. Contas passadas nas costas de um envelope, o Primeiro-Ministro, categórico, ajudado pela sua magnífica colocação de voz, promete até final do ano esgotar a lista dos 1,2 milhões de Portugueses alegadamente sem médico de família, para tal reintegrando no activo 400 médicos recentemente reformados.

Vamos a contas: admitamos que o Governo mobiliza mesmo esse número de médicos, esqueçamos por agora os enfermeiros, o pessoal administrativo, as pequenas obras e o mobiliário e outro equipamento necessário e usemos uma média de três consultas por habitante/ano. Cada médico reformado teria que realizar 9 mil consultas num ano, novecentas por mês, descontando férias e feriados, 40 por dia. Já imaginaram? Num dia de seis horas laborais, com intervalo de dois minutos entre consulta, sem perdas de tempo nem idas ao WC, cada médico poderia atribuir a cada doente apenas 7 minutos. Tendo que cumprimentar o doente, registar os dados da consulta no computador, emitir a prescrição, talvez restasse 1 minuto para a anamnese. Teria que dispensar a observação. Uma verdadeira epopeia que colocaria a medicina nacional nos píncaros da competitividade mundial. Claro que tudo isto é a brincar. Eu brinco com o leitor, como o Governo brinca com o Povo a anunciar que até final do ano esgotará a lista de utentes sem médico de família, como brinca com os 400 profissionais que pensa atrair para o activo com apenas um terço do ordenado. Um governo brincalhão.» [Público]
   
Autor:

António Correia de Campos.

      
 Macário às voltas com a justiça
   
«O ex-presidente das Câmaras Municipais de Tavira e Faro, Macário Correia, foi acusado do crime de prevaricação de titular de cargo público, num processo relacionado com “matéria de licenciamento urbanístico”, lê-se numa nota publicada no site do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora, onde corre o processo.

Os factos a que se referem esta acusação dizem respeito ao tempo em que Macário foi presidente da câmara de Tavira, entre 1998 e 2009. Nesse ano, o autarca mudou-se para Faro, onde foi condenado à perda de mandato por ter autorizado o licenciamento de diversas piscinas e moradias privadas em zonas rurais de Tavira, violando expressamente o Plano Diretor Municipal (PDM) do concelho e o Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve.

A acusação a Macário Correia já foi deduzida a 9 de abril, mas só agora divulgada pelo Ministério Público, que contudo não adianta mais pormenores sobre o assunto.» [Observador]
   
Parecer:

Cheira-me que vem aí um processo contra alguém mais à esquerda.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aguarde-se.»
  
 Cavaco iventa nova fórmula de promulgação
   
O Presidente da República promulgou o decreto-lei sobre a cópia privada, no âmbito da legislação sobre direitos de autor, que tinha anteriormente vetado em nome de uma “adequada proteção dos direitos de autores e consumidores”.

O Presidente da República tinha vetado aquele decreto-lei em março, defendendo uma “reponderação” da lei para que fosse mais justa para autores e consumidores. Apesar do veto, o documento acabou por ser aprovado uma segunda vez pela maioria parlamentar, obrigando o chefe de Estado a uma promulgação, seguindo o que está consagrado na Constituição.

Numa mensagem enviada à Assembleia da República, a propósito agora da promulgação, Cavaco Silva reafirma que “existem elementos que deveriam ter justificado uma reponderação das soluções constantes do regime aprovado” no que toca à lei da cópia privada.«» [Observador]
   
Parecer:

Discorda, promulga e dá puxões de orelhas aos deputados sem se saber muito bem de onde lhe vem tal competência. Enfim, sempre é melhor do que fazer comunicações dramáticas ao país como sucedeu com o anterior governo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Tenha-se dó do senhor.»

 Quando se acabará com esta praga na Baixa de Lisboa
   
«Quem percorre as ruas da Baixa lisboeta não fica indiferente à abordagem de algumas pessoas, presumíveis traficantes de droga a tentar vender haxixe, mas que afinal é louro prensado, como esclareceu à agência Lusa a PSP. Segundo fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, “uma parte dos produtos vendidos na Baixa de Lisboa como sendo haxixe, não é haxixe. É louro prensado e não consubstancia uma prática criminal”, pelo que a PSP não tem legitimidade para proceder a detenções, embora reconheça que tem influência no sentimento de segurança local.

Na Rua Augusta, uma das mais movimentadas artérias da cidade de Lisboa, a Lusa falou com alguns comerciantes, que não quiseram ser identificados com receio de sofrer represálias, mas que revelaram que este “é um problema que se arrasta há cerca de três, quatro anos”. Atualmente, os presumíveis traficantes “estão cada vez mais descarados, seguem os turistas forçando-os a comprar o que dizem ser droga”, contou um dos comerciantes.

Para os lojistas da Baixa de Lisboa, este fenómeno cria “uma imagem negativa da cidade, que prejudica o comércio local”, pelo que criticam o facto de a lei não ser austera o suficiente para reprimir estes casos. A rede de “falsos traficantes de droga” aborda todo o tipo de pessoas, especialmente turistas, tentando vender o que dizem ser uma ‘bolota de haxixe’ por 70 euros, valor que pode ser regateado, como testemunhou a Lusa no local.» [Observador]
   
Parecer:

Bastaria identificar os bem sucedidos comerciantes de folha de louro e tendo em conta os seus rendimentos comerciais isentos de impostos retirar-lhes o direito a rendimento mínimo e outros apoios sociais como casas à borla com direito a electricidade grátis. E quanto à PSP é óbvio que a coragem foi toda gasta em Guimarães.

Lembro-me que em tempos retiraram a licença a quem ganhava a vida legalmente na Rua Augusta mas nada se fez contra os vendedores de louro e outros "artistas" que continuam na baixa a importunar todos os turistas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Adoptem-se medidas para acabar com esse espectáculo triste com que uma dúzia de personagens conseguem destruir a imagem da capital de um país.»

 Valência lançou uma opa sobre o Benfica?
   
«Depois de uma época de empréstimo, João Cancelo vai ser jogador do Valência a título definitivo. A notícia foi confirmada nesta segunda-feira pelo Benfica numa nota publicada no seu site oficial.

O clube “encarnado” não revelou valores, mas as notícias dos últimos dias apontavam para uma verba a rondar os 15 milhões de euros. O jovem lateral-direito é, assim, o quarto jogador a sair da Luz para o clube “che”, depois de André Gomes, Rodrigo e Enzo Pérez.

Segundo informa o site do Valência, Cancelo assinou por seis temporadas, tendo contrato válido até 30 de Junho de 2021. "Estou muito contente por continuar no Valência, que espero poder ajudar durante muito tempo. Vou ter o Benfica no coração para sempre, mas agora tenho a ambição de dar o meu melhor para crescer com a equipa e retribuir a grande confiança que depositaram em mim", afirmou o jogador em declarações reproduzidas no site do clube espanhol.» [Público]
   
Parecer:

E não quererão levar o jesus a título de bónus?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «OPerguntem-lhes.»

 O Crato Eftect chegou aos livros de física
   
«O Diogo largou um gato na varanda do seu quarto, situada a 5 metros do solo." Era este o início do enunciado de um exercício de Físico-Química de um livro escolar da Areal Editores, destinado aos alunos do 9º ano de escolaridade (com idades próximas dos 14 anos). Nele, pedia-se para representar a "força aplicada ao gato durante a queda", "a energia cinética" e "potencial" e o "valor da velocidade" com que o gato chega à "posição B".  

O exercício gerou polémica, dentro e fora das redes sociais, de tal forma que a editora pediu esta quinta-feira desculpa pela "infelicidade" do exemplo, na sua página de Facebook - acrescentando que este "não constará na versão que será disponibilizada aos alunos" (uma vez que a comercialização do livro estava prevista apenas para agosto).  

Um exercício deste tipo pode ter influência em atitudes e ações futuras por parte dos alunos que o tentam resolver ou os estudantes centram-se exclusivamente na resolução da pergunta? A resposta não é tão simples como parece ser e nem os dois psicólogos contactados pelo Expresso concordam na influência que perguntas deste género podem ter no comportamento dos alunos. «» [Expresso]
   
Parecer:

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Este país está a ficar parvo. O professor que concebeu o exercício devia estar na ocasião a cantarolar o"atirei o pau ao gato"...

   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
  

   
   
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